Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008
Hans Christian Andersen (trabalho feito por Gabriela 6ºB)

Hans Christian Andersen

(Odense, 1805 - Copenhaga, 1875)

Escritor dinamarquês. De origem humilde, filho de um sapateiro. Em 1819 instala-se em Copenhaga, onde, graças à ajuda de generosos protectores, estuda canto e dança. Mas na realidade a sua formação é autodidacta, nutrida por abundantes leituras. A partir de 1833 começa a publicar obras dramáticas, diários, apontamentos de viagens e alguns romances.

Mas a obra que o torna célebre em todo o mundo é Contos, traduzidos para uma infinidade de idiomas. Publica os primeiros em 1835-37, e continua a escrever e a publicar até chegar, em 1872, a um total de 156 contos. Os contos mais antigos estão enraizados na tradição popular: Companheiro de Viagem, Os Cisnes Selvagens. Posteriormente, Andersen dedica-se ao conto literário no mundo das fadas (O Duende, A Colina dos Elfos), numa concepção idílica da natureza (O Rouxinol, O Sapo, O Abeto, As Flores da Pequena Ida) e, inclusive, nas relações misteriosas entre os objectos mais prosaicos (A Agulha de Remendar, A Gota de Água, A Velha Lanterna, Os Trapos). Alguns dos seus contos mais famosos deixam entrever elementos autobiográficos: O Soldadinho de Chumbo, A Pequena Sereia

 

Andersen: vida, história e literatura

 

Hans Christian Andersen em 1867Hans Christian Andersen era filho de um sapateiro e sua família era muito pobre, morando em um único quarto. Ainda assim, ele aprendeu a ler desde muito cedo e adorava ouvir as histórias contadas por seu pai. Ele nasceu numa época em que a Dinamarca estava se voltando aos valores nacionalistas e descobrimos seus valores ancestrais. De certa forma graças à sua infância pobre, Andersen teve a chance de conhecer os contrastes de sua sociedade, o que influenciou bastante as histórias infantis e adultas que viria a escrever quando mais velho.

Em 1816, seu pai morreu e ele, com apenas onze anos, precisou abandonar a escola, mas já nessa época demonstrava aptidão para o teatro e a literatura. Criou uma espécie de "teatro de brinquedos" e apresentava peças clássicas. Ele até chegou a memorizar muitas peças de Shakespeare e as encenava com seus brinquedos.


Aos catorze anos, Andersen saiu de casa e foi para Copenhagen, uma grande cidade e capital da Dinamarca, onde conheceu o director do Teatro Real, Jonas Collin. Andersen trabalhou no teatro como actor e bailarino, além de escrever algumas peças. Durante esse período, Collin financiava seus estudos. Em 1828, entrou na Universidade de Copenhagen e já publicava diversos livros, mas só alcançou o reconhecimento internacional em 1835, quando lançou o romance O Improvisador.

Contudo, apesar de ter escrito diversos romances adultos, livros de poesia e relatos de viagens, foram os contos de fada que tornaram Hans Christian Andersen famoso. Especialmente pelo fato de que, até então, eram muito raros livros voltados especificamente para crianças.

Ele foi, segundo estudiosos, a "primeira voz autenticamente romântica a contar histórias para as crianças" e buscava sempre passar padrões de comportamento que deveriam ser adotados pela nova sociedade que se organizava, inclusive apontando os confrontos entre "poderosos" e "desprotegidos", "fortes" e "fracos", "exploradores" e "explorados". Ele também pretendia demonstrar a ideia de que todos os homens deveriam ter direitos iguais.

Entre 1835 e 1842, Andersen lançou seis volumes de Contos, livros com histórias infantis traduzidos para diversos idiomas. Ele continuou escrevendo seus contos infantis até 1872, chegando à marca de 156 histórias. No começo, escrevia contos baseados na tradição popular, especialmente no que ele ouvia durante a infância, mas depois desenvolveu histórias no mundo das fadas ou que traziam elementos da natureza.

No final de 1872, Andersen ficou muito doente e permaneceu com a saúde abalada até 4 de Agosto de 1875, quando faleceu, em Copenhagen

 

                         

 

 

Hans Christian Andersen (1805-1875)


| Hans Christian Andersen (1805-1875) | Obra |

Obra

  • O isqueiro mágico
  • Nicolau grande e Nicolau pequeno
  • A princesa e o grão de ervilha
  • As flores da pequena Ida
  • Mindinha
  • O menino mau
  • O companheiro de jornada
  • A pequena sereia
  • Os novos trajes do imperador
  • As galochas da fortuna
  • A margaridinha
  • O soldadinho de chumbo
  • Os cisnes selvagens
  • O jardim do paraíso
  • As cegonhas
  • Ole Lukoeje (Olavo fecha-olho)
  • O guardador de porcos
  • O anjo
  • O rouxinol
  • Os namorados
  • O patinho feio
  • O pinheirinho
  • A rainha da neve
  • Mamãe sabigueiro
  • A agulha de cerzir
  • O sino
  • A colina dos elfos
  • Os sapatos vermelhos
  • Os saltadores
  • A pastora e o limpador de chaminés
  • Holger Danske
  • A menina dos fósforos
  • A sombra
  • A casa velha
  • Uma família feliz
  • História da mãe
  • O colarinho
  • Uma história
  • Só a pura verdade
  • Mágoas do coração
  • Cada coisa em seu lugar
  • Dentro de milênios
  • Cinco grãos de uma só vagem
  • Ela não valia nada
  • João-pato
  • Histórias que o vento contou
  • O que o velho fizer está bem feito
  • O boneco de neve

 

 



A Hora do Conto às 12:34
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